O discípulo estava estudando Zen sob a orientação de seu mestre. Numa certa noite ele foi até seu mestre e fez muitas perguntas. O instrutor disse: “Está ficando tarde. Por que você não se recolhe?”
E assim o discípulo curvou-se respeitosamente e abriu a tela para sair, comentando: “Está muito escuro lá fora.”
O mestre ofereceu uma vela acesa ao discípulo para iluminar seu caminho. No exato momento em que ele a recebeu, o mestre a apagou. Naquele momento, a mente do discípulo se abriu.
“O que você alcançou?”, perguntou o mestre.
“De agora em diante”, disse o discípulo, “não duvidarei das palavras do instrutor.”
No dia seguinte, o mestre disse aos monges em sua palestra: “Vejo um monge entre vocês. Os seus dentes são como a árvore espada, sua boca é como a tigela de sangue. Se vocês baterem nele com força, com uma vara grande, ele nem mesmo olhará para vocês. Algum dia ele subirá ao pico mais alto e levará o meu ensinamento para lá.”
Naquele dia, no salão de palestras, o discípulo reduziu a cinzas os seus comentários sobre os sutras. Ele disse: “Por mais abstrusos que os ensinamentos sejam, comparados a esta iluminação eles são como um simples fio de cabelo diante do vasto céu. Por mais profundo que seja o complicado conhecimento do mundo, comparado a esta iluminação ele é como a gota de água diante do oceano.” Ele então deixou o mosteiro.

Cem audições não podem ultrapassar uma visão,
Mas depois que você vê o instrutor, esse único vislumbre
Não pode ultrapassar cem audições.
Seu nariz era muito alto
Mas, de qualquer maneira, ele era cego.

abril 30, 2009

Apague a vela

O discípulo estava estudando Zen sob a orientação de seu mestre. Numa certa noite ele foi até seu mestre e fez muitas perguntas. O instrutor disse: […]
abril 23, 2009

Não é a mente, não é o buda, não são as coisas

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abril 16, 2009

Dois Monges enrolam a tela

Hogen, do mosteiro de Seiryo, estava prestes a dar uma palestra antes do jantar quando notou que a tela de bambu, que havia sido baixada para […]
abril 9, 2009

Pregando desde o terceiro assento

Num sonho, Kyozan foi até a Terra Pura de Maitreya. Ele reconheceu a si mesmo sentado no terceiro assento na casa de Maitreya. Alguém anunciou: “Hoje, […]
abril 2, 2009

Sem palavras, sem silêncio

Um monge perguntou a Fuketsu: “Sem falar, sem silêncio, como você pode expressar a verdade?” Fuketsu comentou: “Eu sempre me lembro da primavera no sul da […]

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O discípulo estava estudando Zen sob a orientação de seu mestre. Numa certa noite ele foi até seu mestre e fez muitas perguntas. O instrutor disse: “Está ficando tarde. Por que você não se recolhe?”
E assim o discípulo curvou-se respeitosamente e abriu a tela para sair, comentando: “Está muito escuro lá fora.”
O mestre ofereceu uma vela acesa ao discípulo para iluminar seu caminho. No exato momento em que ele a recebeu, o mestre a apagou. Naquele momento, a mente do discípulo se abriu.
“O que você alcançou?”, perguntou o mestre.
“De agora em diante”, disse o discípulo, “não duvidarei das palavras do instrutor.”
No dia seguinte, o mestre disse aos monges em sua palestra: “Vejo um monge entre vocês. Os seus dentes são como a árvore espada, sua boca é como a tigela de sangue. Se vocês baterem nele com força, com uma vara grande, ele nem mesmo olhará para vocês. Algum dia ele subirá ao pico mais alto e levará o meu ensinamento para lá.”
Naquele dia, no salão de palestras, o discípulo reduziu a cinzas os seus comentários sobre os sutras. Ele disse: “Por mais abstrusos que os ensinamentos sejam, comparados a esta iluminação eles são como um simples fio de cabelo diante do vasto céu. Por mais profundo que seja o complicado conhecimento do mundo, comparado a esta iluminação ele é como a gota de água diante do oceano.” Ele então deixou o mosteiro.

Cem audições não podem ultrapassar uma visão,
Mas depois que você vê o instrutor, esse único vislumbre
Não pode ultrapassar cem audições.
Seu nariz era muito alto
Mas, de qualquer maneira, ele era cego.