Um dia, ao voltarem para casa, o Mestre e seu discípulo encontraram-na assaltada. Tudo o que poderia ser carregado foi.
– A culpa é sua – disse discípulo -, porque deveria ter se certificado, antes de sairmos, de que a casa estava trancada.
Os vizinhos bateram na mesma tecla:
– Você não trancou as janelas – disse um deles.
– Por que não se preveniu para uma situação como essa? – questionou o outro.
– As trancas estavam com defeito e você não as substituiu – disse um terceiro.
– Um momento – disse Mestre. – Certamente não sou eu o único culpado, sou?
– E a quem deveríamos culpar? – gritaram todos.
– Os culpados? – disse o Mestre.

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Um dia, ao voltarem para casa, o Mestre e seu discípulo encontraram-na assaltada. Tudo o que poderia ser carregado foi.
– A culpa é sua – disse discípulo -, porque deveria ter se certificado, antes de sairmos, de que a casa estava trancada.
Os vizinhos bateram na mesma tecla:
– Você não trancou as janelas – disse um deles.
– Por que não se preveniu para uma situação como essa? – questionou o outro.
– As trancas estavam com defeito e você não as substituiu – disse um terceiro.
– Um momento – disse Mestre. – Certamente não sou eu o único culpado, sou?
– E a quem deveríamos culpar? – gritaram todos.
– Os culpados? – disse o Mestre.