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Na China, existiu um Mestre. Ele era conhecido por meditar empoleirado em um pinheiro e, por isso, foi carinhosamente apelidado de Mestre Ninho de Passarinho. Um poeta foi visita-lo para ver como ele meditava.

“É melhor tomar cuidado, podes acabar caindo do pinheiro!”, gritou o poeta.

“Ao contrário, tu é que corres perigo de um dia cair”, respondeu o Mestre.

O poeta refletiu e pensou que o Mestre se referia ao fato de os poetas viverem dominados por paixões e sonhos delirantes.

“Qual é a verdadeira essência?” perguntou o poeta.

“Não fazer nada violento e praticar somente aquilo que é justo e equilibrado”, respondeu o Mestre.

“Mas até uma criança de três anos sabe disso!”, exclamou o poeta.

“Sim, mas é algo difícil de ser praticado até mesmo por um velho de oitenta anos”, respondeu o Mestre.

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Na China, existiu um Mestre. Ele era conhecido por meditar empoleirado em um pinheiro e, por isso, foi carinhosamente apelidado de Mestre Ninho de Passarinho. Um poeta foi visita-lo para ver como ele meditava.

“É melhor tomar cuidado, podes acabar caindo do pinheiro!”, gritou o poeta.

“Ao contrário, tu é que corres perigo de um dia cair”, respondeu o Mestre.

O poeta refletiu e pensou que o Mestre se referia ao fato de os poetas viverem dominados por paixões e sonhos delirantes.

“Qual é a verdadeira essência?” perguntou o poeta.

“Não fazer nada violento e praticar somente aquilo que é justo e equilibrado”, respondeu o Mestre.

“Mas até uma criança de três anos sabe disso!”, exclamou o poeta.

“Sim, mas é algo difícil de ser praticado até mesmo por um velho de oitenta anos”, respondeu o Mestre.