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Como fui ordenado monge gostaria de fazer uma pergunta ao Mestre?
– Perfeito – respondeu o Mestre
-“O que é um monge?”
-“Você quer dizer de dia ou de noite?” respondeu o Mestre
O discípulo não respondeu, o Mestre continuou.
– Um monge, como todos, é uma criatura de contração e expansão. Durante o dia ele esta contraído; atrás dos muros do claustro, vestindo um hábito igual ao dos demais, executando as tarefas de rotina que se espera que um monge realize. À noite, porém, ele se expande. Os muros são incapazes de conte-lo. Ele se move pelo mundo e toca as estrelas.
O discípulo comenta com um ar desconfiado
– Bem, durante o dia, em seu corpo verdadeiro…
– Espere – interrompe o Mestre, – Esta é a diferença entre nós e você. Vocês costumam supor que o estado contraído é o verdadeiro corpo. E é, de fato, em certo sentido. Nós aqui, porém, tendemos a partir do outro extremo, o estado expandido. Ao estado diurno nos referimos como o “corpo de medo”. E enquanto vocês julgam um monge por seu decoro durante o dia, nós tendemos a avaliar um monge pelo número de pessoas que ele toca à noite, e pela quantidade de estrelas.

janeiro 16, 2014

O Grande Vazio que Tudo Contém

Como fui ordenado monge gostaria de fazer uma pergunta ao Mestre? – Perfeito – respondeu o Mestre -“O que é um monge?” -“Você quer dizer de […]

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Como fui ordenado monge gostaria de fazer uma pergunta ao Mestre?
– Perfeito – respondeu o Mestre
-“O que é um monge?”
-“Você quer dizer de dia ou de noite?” respondeu o Mestre
O discípulo não respondeu, o Mestre continuou.
– Um monge, como todos, é uma criatura de contração e expansão. Durante o dia ele esta contraído; atrás dos muros do claustro, vestindo um hábito igual ao dos demais, executando as tarefas de rotina que se espera que um monge realize. À noite, porém, ele se expande. Os muros são incapazes de conte-lo. Ele se move pelo mundo e toca as estrelas.
O discípulo comenta com um ar desconfiado
– Bem, durante o dia, em seu corpo verdadeiro…
– Espere – interrompe o Mestre, – Esta é a diferença entre nós e você. Vocês costumam supor que o estado contraído é o verdadeiro corpo. E é, de fato, em certo sentido. Nós aqui, porém, tendemos a partir do outro extremo, o estado expandido. Ao estado diurno nos referimos como o “corpo de medo”. E enquanto vocês julgam um monge por seu decoro durante o dia, nós tendemos a avaliar um monge pelo número de pessoas que ele toca à noite, e pela quantidade de estrelas.