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Certa vez, um homem bastante pobre procurou um abastado empresário para pedir-lhe um empréstimo de dez mil dólares por seis meses. O empresário respondeu-lhe que preferia fazer dez empréstimos de mil dólares a dez diferentes pessoas do que emprestar uma quantia maior a uma só pessoa.

Em resposta, o homem argumentou: “Você conhece a minha história. Você sabe que eu era um homem abastado até que comecei a atravessar tempos difíceis. Agora eu tenho a oportunidade de fazer um negócio que, espero, há de melhorar a minha situação. O único problema é que eu tenho que fazer um pagamento antecipado de dez mil dólares”.

“Pois bem; se a questão é restabelecer a condição de alguém”, respondeu o empresário, “o investimento é válido. Eu lhe concederei o empréstimo pedido”.

O empresário manteve o seu compromisso, e o homem recebeu o empréstimo.

Mas o que fez ele com o dinheiro? Ao invés de investir aquele valor, conforme havia dito, ele escondeu todo o dinheiro numa gaveta.

Decorrido o prazo do empréstimo, o empresário pediu a devolução do dinheiro, ao que o homem abriu a gaveta onde havia escondido o dinheiro. Ao entregá-lo ao seu benfeitor, este percebeu que as notas eram exatamente as mesmas que ele havia lhe dado por ocasião do empréstimo.

“Parece-me que você não usou o dinheiro que lhe emprestei!”, disse com surpresa.

“É verdade”, admitiu o homem, “mas, assim não perdi nada”.

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