Automedicação

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Programa Mais Você – Rede Globo

Você é do tipo que carrega na bolsa remédio para dor de cabeça, dor de barriga, colírio, pastilha para azia? Ou tem no armarinho do banheiro aquele monte de vidrinhos cheios de comprimidos?

Tome cuidado!

Porque essa história de tomar remédio por conta própria pode complicar sua saúde.
Quando você tem algum problema de saúde, sempre procure orientação médica, pois a automedicação é um perigo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez até uma lista dos riscos:

  • diagnóstico errado
  • agravamento da doença
  • intoxicação
  • reações alérgicas
  • efeitos colaterais

O brasileiro tem o hábito de se automedicar. Um dos principais motivos alegados é a dificuldade em conseguir uma consulta médica.

O presidente regional da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, dr. Abrão José Cury Jr., confirma a afirmação. E acrescenta: “a orientação para tratamento pode ser adquirida com o vizinho ou no balcão da farmácia”.

O problema é que até os remédios mais comuns, que não precisam de receita, podem fazer mal.

Um exemplo: os comprimidos para dor de cabeça e gripe também recomendados para prevenir problemas do coração.

O ácido acetil salicílico pode predispor a fenômenos hemorrágicos ou a ulcerações de estômago e duodeno pondo muito mais em risco a vida do indivíduo que lhe conferindo algum tipo de vantagem.

A vitamina C, tão popular, é essencial para o organismo, mas em excesso pode gerar problemas como gastrite e até aumentar a formação de cálculos renais.

Muitas pessoas usam remédios feitos à base de ervas e imaginam que eles não fazem mal.

Não é bem assim…

Os remédios naturais também podem ser perigosos se tomados sem orientação médica.

O ginseng, por exemplo, é muito popular para combater o stress. Porém, pode piorar a saúde de quem tem pressão alta.

O clínico geral Norvan Martino Leite trata os pacientes com remédios feitos com plantas, os chamados fitoterápicos. Ele diz que um dos principais riscos da automedicação está na combinação de remédios diferentes. Para ilustrar, cita o caso de um anti-depressivo natural: a erva de São João.

“Essa erva tira o efeito de outros remédios usados para combater outros problemas de saúde”, finaliza.

A cáscara sagrada, que serve para regular o intestino, pode causar dependência se usada por muito tempo.

A ginkgo biloba, indicada para a memória, faz mal para quem usa remédios anti-coagulantes.

Agora, um alerta para quem tem o hábito de se automedicar: tudo pode se transformar em veneno para o organismo.

Depende da indicação e da dose.

Cuide de sua saúde!

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Porque essa história de tomar remédio por conta própria pode complicar sua saúde.
Quando você tem algum problema de saúde, sempre procure orientação médica, pois a automedicação é um perigo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez até uma lista dos riscos:

  • diagnóstico errado
  • agravamento da doença
  • intoxicação
  • reações alérgicas
  • efeitos colaterais

O brasileiro tem o hábito de se automedicar. Um dos principais motivos alegados é a dificuldade em conseguir uma consulta médica.

O presidente regional da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, dr. Abrão José Cury Jr., confirma a afirmação. E acrescenta: “a orientação para tratamento pode ser adquirida com o vizinho ou no balcão da farmácia”.

O problema é que até os remédios mais comuns, que não precisam de receita, podem fazer mal.

Um exemplo: os comprimidos para dor de cabeça e gripe também recomendados para prevenir problemas do coração.

O ácido acetil salicílico pode predispor a fenômenos hemorrágicos ou a ulcerações de estômago e duodeno pondo muito mais em risco a vida do indivíduo que lhe conferindo algum tipo de vantagem.

A vitamina C, tão popular, é essencial para o organismo, mas em excesso pode gerar problemas como gastrite e até aumentar a formação de cálculos renais.

Muitas pessoas usam remédios feitos à base de ervas e imaginam que eles não fazem mal.

Não é bem assim…

Os remédios naturais também podem ser perigosos se tomados sem orientação médica.

O ginseng, por exemplo, é muito popular para combater o stress. Porém, pode piorar a saúde de quem tem pressão alta.

O clínico geral Norvan Martino Leite trata os pacientes com remédios feitos com plantas, os chamados fitoterápicos. Ele diz que um dos principais riscos da automedicação está na combinação de remédios diferentes. Para ilustrar, cita o caso de um anti-depressivo natural: a erva de São João.

“Essa erva tira o efeito de outros remédios usados para combater outros problemas de saúde”, finaliza.

A cáscara sagrada, que serve para regular o intestino, pode causar dependência se usada por muito tempo.

A ginkgo biloba, indicada para a memória, faz mal para quem usa remédios anti-coagulantes.

Agora, um alerta para quem tem o hábito de se automedicar: tudo pode se transformar em veneno para o organismo.

Depende da indicação e da dose.

Cuide de sua saúde!