Envelhecimento Cutâneo

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A longevidade é característica atual da humanidade. Dada a maior expectativa de vida, foram desenvolvidas medidas preventivas contra os sinais do envelhecimento visando proporcionar maior qualidade de vida a partir da terceira idade. A pele reflete esses cuidados, evidenciando que todos querem envelhecer com boa aparência.

Essas medidas são tomadas cada vez mais precocemente. O envelhecimento cutâneo – que se caracteriza por declínio funcional celular, com modificações estruturais e repercussões clínicas – tem como principal fator a exposição solar e pode ser prevenido em grande parte por comportamento que inclua a fotoproteção.

Da mesma forma, os mecanismos intrínsecos do envelhecimento, como a oxidação celular e o declínio das funções celulares – como imunidade, barreira cutânea e colagênese, entre outras –, podem ser atenuados por algumas substâncias de uso tópico ou oral.

Na abordagem do envelhecimento cutâneo, muito se vem pesquisando a respeito do impacto nutricional sobre a pele dos alimentos com ação antioxidante, bem como dessas substâncias e de sua associação.

O ácido ascórbico e o zinco, por exemplo, atuam de modo sinérgico na preservação e estimulação da função imune cutânea, que declina com a idade e com o estresse, assim como com o dano UV induzido.

O estudo de alimentos com propriedades terapêuticas gerou a necessidade de nova categorização legal, em que esses alimentos são denominados funcionais. A utilização de suplementação alimentar, entretanto, deve observar idealmente indicação e acompanhamento médicos, uma vez que há necessidade educar esses pacientes no sentido de seleção dos nutrientes adequados e de sua utilização em doses seguras.

Os suplementos alimentares, conforme a dose e a associação proposta, são atualmente aliados no cuidado com a pele fotoenvelhecida. Substâncias com ação antioxidante ou antiinflamatória são capazes de prevenir ou mesmo reduzir danos UV induzidos. Substâncias de ação restauradora são capazes de aumentar a expressão de algumas enzimas e proteínas envolvidas no metabolismo e estruturas teciduais, além de reconstituir elementos da barreira cutânea, como os ácidos graxos.


Por: Dra. Amanda Camargo Leite – CRM 118761
Pós Graduada em Dermatologia

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A longevidade é característica atual da humanidade. Dada a maior expectativa de vida, foram desenvolvidas medidas preventivas contra os sinais do envelhecimento visando proporcionar maior qualidade de vida a partir da terceira idade. A pele reflete esses cuidados, evidenciando que todos querem envelhecer com boa aparência.

Essas medidas são tomadas cada vez mais precocemente. O envelhecimento cutâneo – que se caracteriza por declínio funcional celular, com modificações estruturais e repercussões clínicas – tem como principal fator a exposição solar e pode ser prevenido em grande parte por comportamento que inclua a fotoproteção.

Da mesma forma, os mecanismos intrínsecos do envelhecimento, como a oxidação celular e o declínio das funções celulares – como imunidade, barreira cutânea e colagênese, entre outras –, podem ser atenuados por algumas substâncias de uso tópico ou oral.

Na abordagem do envelhecimento cutâneo, muito se vem pesquisando a respeito do impacto nutricional sobre a pele dos alimentos com ação antioxidante, bem como dessas substâncias e de sua associação.

O ácido ascórbico e o zinco, por exemplo, atuam de modo sinérgico na preservação e estimulação da função imune cutânea, que declina com a idade e com o estresse, assim como com o dano UV induzido.

O estudo de alimentos com propriedades terapêuticas gerou a necessidade de nova categorização legal, em que esses alimentos são denominados funcionais. A utilização de suplementação alimentar, entretanto, deve observar idealmente indicação e acompanhamento médicos, uma vez que há necessidade educar esses pacientes no sentido de seleção dos nutrientes adequados e de sua utilização em doses seguras.

Os suplementos alimentares, conforme a dose e a associação proposta, são atualmente aliados no cuidado com a pele fotoenvelhecida. Substâncias com ação antioxidante ou antiinflamatória são capazes de prevenir ou mesmo reduzir danos UV induzidos. Substâncias de ação restauradora são capazes de aumentar a expressão de algumas enzimas e proteínas envolvidas no metabolismo e estruturas teciduais, além de reconstituir elementos da barreira cutânea, como os ácidos graxos.


Por: Dra. Amanda Camargo Leite – CRM 118761
Pós Graduada em Dermatologia