Estrias

estrias

Estrias são lesões cicatriciais causadas pela ruptura do tecido elástico e conjuntivo da pele. Caracterizadas pela morfologia, em geral, linear, de aspecto atrófico. Inicialmente são eritematosas ou violáceas, com aspecto elevado devido ao edema gerado pelo processo inflamatório; nesta fase pode ocorrer prurido (coceira). Na fase tardia, a pele fica esbranquiçada e atrófica.

O fato da freqüência ser extremamente elevada, sobretudo no sexo feminino, permite o questionamento se, de fato, devem ser consideradas como anormais; no entanto, problemas de ordem estética justificam a busca de tratamentos mais eficazes.

Na mulher, as localizações mais predominantes são nádegas, abdome e mamas enquanto nos homens predominam no dorso, região lombo- sacra e parte externa das coxas.

Embora não esteja totalmente esclarecida a causa das estrias, existe uma concordância sobre os fatores desencadeantes. São eles: gravidez, obesidade, uso indiscriminado de certas medicações (corticóides), desenvolvimento muscular localizado e predisposição genética.

Atualmente encontramos técnicas efetivas e seguras no tratamento tanto das estrias eritematosas (estrias recentes) quanto das estrias albas (estrias tardias). Ainda que os resultados não alcancem um total desaparecimento das lesões, sem dúvida alguma as terapêuticas atuais em muito contribuem para melhores resultados e satisfação dos pacientes.

estrias
A – Estrias recentes, B – Estrias tardias


Por: Dra. Amanda Camargo Leite – CRM 118761
Pós Graduada em Dermatologia

 
 

Bologna J, Jorizzo J, Rapini RP. Dermatologia. 2nd ed. London: Mosby, 2011.

Champion RH, Burton JL, Burns DA, et al. Rook/Wilkison/Ebling textbook of dermatology. 8th ed. New York: Blackwell Science; 2010. 

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Estrias são lesões cicatriciais causadas pela ruptura do tecido elástico e conjuntivo da pele. Caracterizadas pela morfologia, em geral, linear, de aspecto atrófico. Inicialmente são eritematosas ou violáceas, com aspecto elevado devido ao edema gerado pelo processo inflamatório; nesta fase pode ocorrer prurido (coceira). Na fase tardia, a pele fica esbranquiçada e atrófica.

O fato da freqüência ser extremamente elevada, sobretudo no sexo feminino, permite o questionamento se, de fato, devem ser consideradas como anormais; no entanto, problemas de ordem estética justificam a busca de tratamentos mais eficazes.

Na mulher, as localizações mais predominantes são nádegas, abdome e mamas enquanto nos homens predominam no dorso, região lombo- sacra e parte externa das coxas.

Embora não esteja totalmente esclarecida a causa das estrias, existe uma concordância sobre os fatores desencadeantes. São eles: gravidez, obesidade, uso indiscriminado de certas medicações (corticóides), desenvolvimento muscular localizado e predisposição genética.

Atualmente encontramos técnicas efetivas e seguras no tratamento tanto das estrias eritematosas (estrias recentes) quanto das estrias albas (estrias tardias). Ainda que os resultados não alcancem um total desaparecimento das lesões, sem dúvida alguma as terapêuticas atuais em muito contribuem para melhores resultados e satisfação dos pacientes.

estrias
A – Estrias recentes, B – Estrias tardias


Por: Dra. Amanda Camargo Leite – CRM 118761
Pós Graduada em Dermatologia

 
 

Bologna J, Jorizzo J, Rapini RP. Dermatologia. 2nd ed. London: Mosby, 2011.

Champion RH, Burton JL, Burns DA, et al. Rook/Wilkison/Ebling textbook of dermatology. 8th ed. New York: Blackwell Science; 2010.