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Nunca perco um bom negócio

O Mestre tinha tanta coisa contra seu jumento que o mais óbvio a fazer seria vendê-lo para poder arranjar outro. Então, foi ao mercado, encontrou o leiloeiro e entregou-lhe o jumento para que fosse vendido.
Quando o animal foi exposto à venda, lá estava o Mestre de prontidão.
“E o próximo lote”, anunciou o leiloeiro, “é este soberbo, inigualável e maravilhoso jumento. Quem dá o primeiro lance, oferecendo cinco moedas de ouro?”
“Só cinco moedas de ouro por um jumento?”, impressionou-se o Mestre. Então ele mesmo abriu o leilão. À medida que o preço ia ficando mais e mais alto, com o leiloeiro apregoando a cada lance as maravilhas daquele jumento, o Mestre foi ficando mais e mais ansioso por comprá-lo.
Afinal, a disputa concentrou-se no Mestre e em um fazendeiro. Assim que se alcançou o lance de quarenta moedas de ouro, o leiloeiro bate o martelo e o jumento foi arrematado pelo Mestre.
Pagou ao leiloeiro a comissão de um terço, ficou com a parte do dinheiro que correspondia ao vendedor e, então, tomou posse do jumento conforme cabia ao comprador fazê-lo. O jumento talvez valesse vinte moedas de ouro. Ou seja, o Mestre ficou sem um tostão, mas tinha comprado um jumento.
“Nunca perco um bom negócio”, disse o Mestre a si mesmo, enquanto voltava para casa com seu prêmio.

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O Mestre tinha tanta coisa contra seu jumento que o mais óbvio a fazer seria vendê-lo para poder arranjar outro. Então, foi ao mercado, encontrou o leiloeiro e entregou-lhe o jumento para que fosse vendido.
Quando o animal foi exposto à venda, lá estava o Mestre de prontidão.
“E o próximo lote”, anunciou o leiloeiro, “é este soberbo, inigualável e maravilhoso jumento. Quem dá o primeiro lance, oferecendo cinco moedas de ouro?”
“Só cinco moedas de ouro por um jumento?”, impressionou-se o Mestre. Então ele mesmo abriu o leilão. À medida que o preço ia ficando mais e mais alto, com o leiloeiro apregoando a cada lance as maravilhas daquele jumento, o Mestre foi ficando mais e mais ansioso por comprá-lo.
Afinal, a disputa concentrou-se no Mestre e em um fazendeiro. Assim que se alcançou o lance de quarenta moedas de ouro, o leiloeiro bate o martelo e o jumento foi arrematado pelo Mestre.
Pagou ao leiloeiro a comissão de um terço, ficou com a parte do dinheiro que correspondia ao vendedor e, então, tomou posse do jumento conforme cabia ao comprador fazê-lo. O jumento talvez valesse vinte moedas de ouro. Ou seja, o Mestre ficou sem um tostão, mas tinha comprado um jumento.
“Nunca perco um bom negócio”, disse o Mestre a si mesmo, enquanto voltava para casa com seu prêmio.