O Segredo do Oriente

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Raquel Marçal – Saúde – Edição 23 – Especial Plantas Medicinais

Os cientistas revelam que o chá verde não só combate vários tipos de câncer, como protege o corpo de inflamações e infecções.

Tomar chá verde é um hábito que os orientais mantém há quase 5 mil milênios, mas as propriedades terapêuticas da infusão só são investigadas do lado de cá do planeta há uns 50 anos. Na última década, uma safra enorme de estudos confirmou o potencial da bebida para prevenir diversos tipos de câncer — além de prolongar a vida de quem já tem a doença – diminuir o colesterol, proteger os pulmões e os neurônios, evitar cáries e retardar o envelhecimento.
Esse remédio tão poderoso vem da Camellia Sinesis, uma planta de 1 metro de altura cultivada em grandes altitudes. Além do chá verde, que representa só 20% de sua produção, ela dá origem ao chá preto e ao chá oolong, que não têm as mesmas qualidades medicinais. ”Isso porque sofrem uma fermentação, que elimina boa parte dos princípios antioxidantes”, explica o médico Norvan Martino Leite, especialista em Medicina chinesa de São Paulo.
No chá verde as folhas da Camellia Sinensis, cerca de quatro horas depois de serem colhidas, são expostas ao vapor. Ele breca as enzimas capazes de fermenta-las. Já no chá preto, ao contrário, essas folhas ficam secando à sombra , a uma temperatura de 30 graus , durante até 15 horas. Então seguem para câmaras de ar quente, onde toda a umidade restante se evapora. Elas se oxidam e adquirem aquele tom escuro. Já o chá do tipo oolong é um intermediário, porque sofre uma ligeira fermentação.

Para emagrecer

“Há quatro anos, cientistas japoneses submeteram 60 obesas a uma dieta de 1,8 mil calorias. Metade tomou uma cápsula com o extrato do chá verde após as refeições. Outra metade engoliu um remédio falso, ou placebo. Passados 15 dias, o grupo que consumiu o extrato tinha diminuído, em média, o dobro do peso perdido pelo outro grupo. Só este ano, porém, descobriu-se por que o chá ajuda a emagrecer”. Ele aumenta a capacidade do corpo de utilizar energia, acelerando seu metabolismo”, explica Denise Polato, farmacêutica de Minas Gerais. “Por isso, mulheres grávidas devem evita-lo”.

Em 1998, pesquisadores da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, descobriram que um dos ingredientes do chá verde, batizado de EGCG, inibe o enzima-oxidase, necessária para o crescimento das células cancerosas. Um outro estudo americano, este da Universidade do Kansas, revela que uma xícara do chá verde faz mais pelo coração do que uma taça de vinho tinto. É que a EGCG revelou-se duas vezes mais eficiente do que o resveratrol, um componente protetor das artérias presente na uva. Quando se trata de retardar o envelhecimento, os antioxidantes do chá verde são até 100 vezes mais eficientes do que a vitamina C e 25 vezes mais do que a vitamina E, célebres fontes da juventude. Recentemente, pesquisadores da Universidade de Cambrige, na Inglaterra, descobriram que o extrato de Camellis Sinensis também evita que as bactérias fiquem resistentes á antibióticos. Mas esse efeito, por enquanto, só foi observado em tubo de ensaio. Agora, há indícios de que o chá verde evitaria a artrite reumatóide ou, ao menos, aliviaria seus sintomas. Na Universidade Case Western em Reserve, nos Estados Unidos, os pesquisadores induziram a doença em ratos divididos em dois grupos. Um deles tomou o equivalente á quatro xícaras de chá verde por um dia. O outro só bebeu água. No primeiro, apenas 44% continuaram doentes, contra 94% do segundo time. Segundo cientista do Instituto de Pesquisa do Câncer Saitama, no Japão, novamente a responsável de ser a ECGC. Essa molécula do chá seria capaz de minar as inflamações.

Será que puro é melhor?

Por causa do gosto amargo, muita gente faz careta para o chá verde.
Já existem diversas misturas de bebida com frutas secas que melhoram o sabor. “Mas elas podem alterar os princípios ativos”, alerta o médico Norvan Martino Leite que, por garantia, indica cápsulas com extrato de planta. “Os chás verdes com frutas têm a mesma concentração de princípios ativos que os tradicionais”, rebate a química Célia da Oetker, um dos fabricantes dessa bebida.

De onde vem a força dos orientais

  • ESTÔMAGO: o chá verde reduz em 50% os riscos de gastrite crônica. Provavelmente por causa das catequinias, substâncias capazes de neutralizar a pepsina, uma enzima que, junto com o ácido clorídrico, realiza a digestão nesse órgão.
  • ARTICULAÇÕES: Estudos feitos em animais sugerem que o chá verde previne a artrite reumatóide e reduz o sofrimento de quem já tem a doença. A ação é atribuída a substâncias antiflamatórias contidas nas folhas.
  • BOCA: O chá combate lesões pré-cancerosas na boca. Elas regrediram ou cresceram mais lentamente em pacientes japoneses que costumam tomar bebida.
  • CORAÇÃO: Os polifenóis do chá verde previnem a oxidação do LDL, o mau colesterol,evitando arterosclerose, e ainda dilatam os vasos sanguíneos, melhorando a circulação do sangue. Já os flavonóides ajudam os coração a se recuperar depois de um enfarte.
  • FÍGADO: O chá verde é recomendado para ajudar a tratar a hepatite. “Como é digestivo, ele facilita o trabalho do fígado, que não é tão exigido”, explica o médico Norvan Leite. “Mas, nos casos de cirrose hepática, é contra-indicado porque pode provocar hemorragias”.
  • INTESTINO: Os taninos do chá ajudam a eliminar bactérias que desequilibram a flora intestinal causam diarréias. “Mas em compensação, ele tem compostos que dificultam a absorção de ferro. Se tomado em excesso, pode levar a anemia”, avisa Celso Lage, pesquisador de fitoterápicos da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
  • PULMÕES: Uma molécula chamada teofilina, ao lado da cafeína,que também está presente no chá verde, dilata seus brônquios, o que facilita a respiração de asmáticos. Desconfia-se que os polifenóis do chá, por sua vez, atenuam os males causados pelo cigarro, diminuindo os riscos de câncer e enfisema.
  • CÉREBRO: Os taninos do chá inibem uma enzima, conhecida com PARG,que ajuda a destruir neurônios após um derrame. Assim os danos ao cérebro são amenizados. Os cientistas agora investigam se os polifenóis do chá também ajudam a proteger contra o mal de Parkison.

Aceita um chá?

Diga que sim e só saíra ganhando com isso. Além de ser um hábito delicioso, é muito saudável!

No Oriente, os budistas meditam entre goles de chá e longas pausas para o silêncio. Nas ilhas da Polinésia, não há cerimônia de casamento sem essa bebida. Na Inglaterra, a tradição manda servi-la pontualmente às 5, de preferência acompanhada de biscoitos – o que seria dos ingleses sem o chá da tarde, cá entre nós? No Brasil, entre os índios o consumo de infusões de erva-mate milenar – elas, acreditam os indígenas, aumentariam a resistência física. Se a gente for pensar, o mundo inteiro bebe chá. Bem… será? Um chá para ser chá de verdade deve ser feito das folhas da Camellia sinensis – espécie oriental que dá origem ao chá preto, ao verde e ao oolong. Más, popularmente, acaba-se chamando qualquer infusão de ervas ou mesmo de casca de fruta desse nome. Os “falsos chás”, entretanto, também podem ser deliciosos e têm lá seus benefícios (quadro à direita).

A questão da cafeína

O chá preto, coitado, não recebe tantos elogios quanto deveria. Muita gente evita toma-lo por causa da cafeína. Más, em uma boa xícara dele, existe metade dessa substância do que pode encontrar em um café expresso. “Além disso, moléculas da família dos flavonóides, fazem a absorção da cafeína do chá sr mais lenta, atenuando seu efeito estimulante”, diz o especialista em plantas medicinais Alexandros Botsaris, do Rio de Janeiro.

Os Benefícios em uma xícara de chá

Recentemente médicos da Universidade Havard, nos Estados Unidos, revelaram que pessoas habituadas a tomar uma ou duas xícaras de chá preto diariamente correm menos de sofrer um infarto. “A bebida está cheia de antioxidantes que reduzem a ação nociva do colesterol nas artérias”, explica a nutricionista Jocelem Salgado, professora da Universidade de São Paulo em Piracicaba, interior do Estado.
Outro mérito do chá preto é seu alto teor de flúor. Segundo pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco, a bebida, especialmente quando é consumida após as refeições, ajuda a prevenir a cárie. Agora a comunidade científica está louca para saber se a mania de tomar essa bebida ajudaria a evitar certos tumores – benefício comprovado no caso do chá verde. E os dados preliminares apontam que a resposta é positiva. Por isso, diga se não vale a pena aceitar um chá?

Para todas as horas

Logo de manhã: Escolha um chá energético, capaz de dar mais pique ao seu dia: chá preto, chá verde, chá mate, infusão de rosas, de casca de laranja ou, ainda, de canela.
Depois do alomoço: Escolha uma bebida digestiva à base de hortelã, boldo, maçã, erva-cidreira, jasmim, abacaxi ou gengibre. Ou se preferir, vale repetir a dose de chá verde.
À tarde: Chá preto ou chá verde são as melhores escolhas. Não deixam a fadiga se aproximar.
Depois do jantar: Camomila, melissa, erva-cidreira, hortelã, erva-doce, além de ajudar na digestão, relaxam e preparam você para uma boa noite de sono.

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Raquel Marçal – Saúde – Edição 23 – Especial Plantas Medicinais

Os cientistas revelam que o chá verde não só combate vários tipos de câncer, como protege o corpo de inflamações e infecções.

Tomar chá verde é um hábito que os orientais mantém há quase 5 mil milênios, mas as propriedades terapêuticas da infusão só são investigadas do lado de cá do planeta há uns 50 anos. Na última década, uma safra enorme de estudos confirmou o potencial da bebida para prevenir diversos tipos de câncer — além de prolongar a vida de quem já tem a doença – diminuir o colesterol, proteger os pulmões e os neurônios, evitar cáries e retardar o envelhecimento.
Esse remédio tão poderoso vem da Camellia Sinesis, uma planta de 1 metro de altura cultivada em grandes altitudes. Além do chá verde, que representa só 20% de sua produção, ela dá origem ao chá preto e ao chá oolong, que não têm as mesmas qualidades medicinais. ”Isso porque sofrem uma fermentação, que elimina boa parte dos princípios antioxidantes”, explica o médico Norvan Martino Leite, especialista em Medicina chinesa de São Paulo.
No chá verde as folhas da Camellia Sinensis, cerca de quatro horas depois de serem colhidas, são expostas ao vapor. Ele breca as enzimas capazes de fermenta-las. Já no chá preto, ao contrário, essas folhas ficam secando à sombra , a uma temperatura de 30 graus , durante até 15 horas. Então seguem para câmaras de ar quente, onde toda a umidade restante se evapora. Elas se oxidam e adquirem aquele tom escuro. Já o chá do tipo oolong é um intermediário, porque sofre uma ligeira fermentação.

Para emagrecer

“Há quatro anos, cientistas japoneses submeteram 60 obesas a uma dieta de 1,8 mil calorias. Metade tomou uma cápsula com o extrato do chá verde após as refeições. Outra metade engoliu um remédio falso, ou placebo. Passados 15 dias, o grupo que consumiu o extrato tinha diminuído, em média, o dobro do peso perdido pelo outro grupo. Só este ano, porém, descobriu-se por que o chá ajuda a emagrecer”. Ele aumenta a capacidade do corpo de utilizar energia, acelerando seu metabolismo”, explica Denise Polato, farmacêutica de Minas Gerais. “Por isso, mulheres grávidas devem evita-lo”.

Em 1998, pesquisadores da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, descobriram que um dos ingredientes do chá verde, batizado de EGCG, inibe o enzima-oxidase, necessária para o crescimento das células cancerosas. Um outro estudo americano, este da Universidade do Kansas, revela que uma xícara do chá verde faz mais pelo coração do que uma taça de vinho tinto. É que a EGCG revelou-se duas vezes mais eficiente do que o resveratrol, um componente protetor das artérias presente na uva. Quando se trata de retardar o envelhecimento, os antioxidantes do chá verde são até 100 vezes mais eficientes do que a vitamina C e 25 vezes mais do que a vitamina E, célebres fontes da juventude. Recentemente, pesquisadores da Universidade de Cambrige, na Inglaterra, descobriram que o extrato de Camellis Sinensis também evita que as bactérias fiquem resistentes á antibióticos. Mas esse efeito, por enquanto, só foi observado em tubo de ensaio. Agora, há indícios de que o chá verde evitaria a artrite reumatóide ou, ao menos, aliviaria seus sintomas. Na Universidade Case Western em Reserve, nos Estados Unidos, os pesquisadores induziram a doença em ratos divididos em dois grupos. Um deles tomou o equivalente á quatro xícaras de chá verde por um dia. O outro só bebeu água. No primeiro, apenas 44% continuaram doentes, contra 94% do segundo time. Segundo cientista do Instituto de Pesquisa do Câncer Saitama, no Japão, novamente a responsável de ser a ECGC. Essa molécula do chá seria capaz de minar as inflamações.

Será que puro é melhor?

Por causa do gosto amargo, muita gente faz careta para o chá verde.
Já existem diversas misturas de bebida com frutas secas que melhoram o sabor. “Mas elas podem alterar os princípios ativos”, alerta o médico Norvan Martino Leite que, por garantia, indica cápsulas com extrato de planta. “Os chás verdes com frutas têm a mesma concentração de princípios ativos que os tradicionais”, rebate a química Célia da Oetker, um dos fabricantes dessa bebida.

De onde vem a força dos orientais

  • ESTÔMAGO: o chá verde reduz em 50% os riscos de gastrite crônica. Provavelmente por causa das catequinias, substâncias capazes de neutralizar a pepsina, uma enzima que, junto com o ácido clorídrico, realiza a digestão nesse órgão.
  • ARTICULAÇÕES: Estudos feitos em animais sugerem que o chá verde previne a artrite reumatóide e reduz o sofrimento de quem já tem a doença. A ação é atribuída a substâncias antiflamatórias contidas nas folhas.
  • BOCA: O chá combate lesões pré-cancerosas na boca. Elas regrediram ou cresceram mais lentamente em pacientes japoneses que costumam tomar bebida.
  • CORAÇÃO: Os polifenóis do chá verde previnem a oxidação do LDL, o mau colesterol,evitando arterosclerose, e ainda dilatam os vasos sanguíneos, melhorando a circulação do sangue. Já os flavonóides ajudam os coração a se recuperar depois de um enfarte.
  • FÍGADO: O chá verde é recomendado para ajudar a tratar a hepatite. “Como é digestivo, ele facilita o trabalho do fígado, que não é tão exigido”, explica o médico Norvan Leite. “Mas, nos casos de cirrose hepática, é contra-indicado porque pode provocar hemorragias”.
  • INTESTINO: Os taninos do chá ajudam a eliminar bactérias que desequilibram a flora intestinal causam diarréias. “Mas em compensação, ele tem compostos que dificultam a absorção de ferro. Se tomado em excesso, pode levar a anemia”, avisa Celso Lage, pesquisador de fitoterápicos da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
  • PULMÕES: Uma molécula chamada teofilina, ao lado da cafeína,que também está presente no chá verde, dilata seus brônquios, o que facilita a respiração de asmáticos. Desconfia-se que os polifenóis do chá, por sua vez, atenuam os males causados pelo cigarro, diminuindo os riscos de câncer e enfisema.
  • CÉREBRO: Os taninos do chá inibem uma enzima, conhecida com PARG,que ajuda a destruir neurônios após um derrame. Assim os danos ao cérebro são amenizados. Os cientistas agora investigam se os polifenóis do chá também ajudam a proteger contra o mal de Parkison.

Aceita um chá?

Diga que sim e só saíra ganhando com isso. Além de ser um hábito delicioso, é muito saudável!

No Oriente, os budistas meditam entre goles de chá e longas pausas para o silêncio. Nas ilhas da Polinésia, não há cerimônia de casamento sem essa bebida. Na Inglaterra, a tradição manda servi-la pontualmente às 5, de preferência acompanhada de biscoitos – o que seria dos ingleses sem o chá da tarde, cá entre nós? No Brasil, entre os índios o consumo de infusões de erva-mate milenar – elas, acreditam os indígenas, aumentariam a resistência física. Se a gente for pensar, o mundo inteiro bebe chá. Bem… será? Um chá para ser chá de verdade deve ser feito das folhas da Camellia sinensis – espécie oriental que dá origem ao chá preto, ao verde e ao oolong. Más, popularmente, acaba-se chamando qualquer infusão de ervas ou mesmo de casca de fruta desse nome. Os “falsos chás”, entretanto, também podem ser deliciosos e têm lá seus benefícios (quadro à direita).

A questão da cafeína

O chá preto, coitado, não recebe tantos elogios quanto deveria. Muita gente evita toma-lo por causa da cafeína. Más, em uma boa xícara dele, existe metade dessa substância do que pode encontrar em um café expresso. “Além disso, moléculas da família dos flavonóides, fazem a absorção da cafeína do chá sr mais lenta, atenuando seu efeito estimulante”, diz o especialista em plantas medicinais Alexandros Botsaris, do Rio de Janeiro.

Os Benefícios em uma xícara de chá

Recentemente médicos da Universidade Havard, nos Estados Unidos, revelaram que pessoas habituadas a tomar uma ou duas xícaras de chá preto diariamente correm menos de sofrer um infarto. “A bebida está cheia de antioxidantes que reduzem a ação nociva do colesterol nas artérias”, explica a nutricionista Jocelem Salgado, professora da Universidade de São Paulo em Piracicaba, interior do Estado.
Outro mérito do chá preto é seu alto teor de flúor. Segundo pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco, a bebida, especialmente quando é consumida após as refeições, ajuda a prevenir a cárie. Agora a comunidade científica está louca para saber se a mania de tomar essa bebida ajudaria a evitar certos tumores – benefício comprovado no caso do chá verde. E os dados preliminares apontam que a resposta é positiva. Por isso, diga se não vale a pena aceitar um chá?

Para todas as horas

Logo de manhã: Escolha um chá energético, capaz de dar mais pique ao seu dia: chá preto, chá verde, chá mate, infusão de rosas, de casca de laranja ou, ainda, de canela.
Depois do alomoço: Escolha uma bebida digestiva à base de hortelã, boldo, maçã, erva-cidreira, jasmim, abacaxi ou gengibre. Ou se preferir, vale repetir a dose de chá verde.
À tarde: Chá preto ou chá verde são as melhores escolhas. Não deixam a fadiga se aproximar.
Depois do jantar: Camomila, melissa, erva-cidreira, hortelã, erva-doce, além de ajudar na digestão, relaxam e preparam você para uma boa noite de sono.