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O sermão do mestre

Certo dia, os moradores do vilarejo quiseram pregar uma peça no Mestre. Já que era considerado uma espécie meio indefinível de homem santo, pediram-lhe que fizesse um sermão. Ele concordou.
Chegado o dia, o Mestre subiu ao púlpito e falou:
– Ó fiéis, sabem o que vou lhes dizer?
– Não, não sabemos – responderam.
– Enquanto não souberem, não poderei falar nada. Pessoas ignorantes, isso é o que vocês são. Assim não dá para começarmos o que quer que seja, disse, profundamente indignado por aquele povo ignorante fazê-lo perder seu tempo.
Desceu do púlpito e foi para casa.
Um tanto vexados, seguiram em comissão para mais uma vez, pedir ao Mestre que fizesse um sermão na sexta-feira seguinte, dia de oração.
O Mestre começou a pregação com a mesma pergunta de antes. Desta vez, a congregação respondeu numa única voz:
– Sim, sabemos.
– Neste caso, disse o Mestre, não há por que prendê-los aqui por mais tempo. Podem ir embora. E voltou para casa.
Por fim, conseguiram persuadi-lo a realizar o sermão da sexta-feira seguinte, que começou com a mesma pergunta de antes.
– Sabem ou não sabem?
A congregação estava preparada.
– Alguns sabem, outros não.
– Excelente, disse o Mestre. Então, aqueles que sabem transmitam seus conhecimentos àqueles que não sabem.
E foi para casa.

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Certo dia, os moradores do vilarejo quiseram pregar uma peça no Mestre. Já que era considerado uma espécie meio indefinível de homem santo, pediram-lhe que fizesse um sermão. Ele concordou.
Chegado o dia, o Mestre subiu ao púlpito e falou:
– Ó fiéis, sabem o que vou lhes dizer?
– Não, não sabemos – responderam.
– Enquanto não souberem, não poderei falar nada. Pessoas ignorantes, isso é o que vocês são. Assim não dá para começarmos o que quer que seja, disse, profundamente indignado por aquele povo ignorante fazê-lo perder seu tempo.
Desceu do púlpito e foi para casa.
Um tanto vexados, seguiram em comissão para mais uma vez, pedir ao Mestre que fizesse um sermão na sexta-feira seguinte, dia de oração.
O Mestre começou a pregação com a mesma pergunta de antes. Desta vez, a congregação respondeu numa única voz:
– Sim, sabemos.
– Neste caso, disse o Mestre, não há por que prendê-los aqui por mais tempo. Podem ir embora. E voltou para casa.
Por fim, conseguiram persuadi-lo a realizar o sermão da sexta-feira seguinte, que começou com a mesma pergunta de antes.
– Sabem ou não sabem?
A congregação estava preparada.
– Alguns sabem, outros não.
– Excelente, disse o Mestre. Então, aqueles que sabem transmitam seus conhecimentos àqueles que não sabem.
E foi para casa.