Serpente

O Mestre e seu discípulo passeavam pelo bosque. Era meio-dia, o sol do outono filtrava-se pelas folhas das árvores. O vento, de vez em quando, levantava as folhas secas.
Súbito, um rodamoinho espalhou um monte delas, descobrindo uma enorme serpente que estava se auto-comendo pelo rabo.
Ali ficaram ambos admirando aquele incrível espetáculo: lentamente a enorme serpente ia se auto devorando, diminuindo, cada vez mais, o círculo formado pelo seu corpo.
A noite chegou e apenas se vislumbrava o corpo da serpente como um pequeno círculo que ia lentamente se encolhendo.
Ao meio-dia seguinte um pequeno círculo restava.
– Assim, ela vai desaparecer totalmente, comentou o discípulo.
Tomando um gravetinho o Mestre fincou-o no chão, bem no meio do círculo.
– Agora não desaparecerá, disse.
Uma pétala caiu lentamente e cobriu todo o corpo da serpente.

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O Mestre e seu discípulo passeavam pelo bosque. Era meio-dia, o sol do outono filtrava-se pelas folhas das árvores. O vento, de vez em quando, levantava as folhas secas.
Súbito, um rodamoinho espalhou um monte delas, descobrindo uma enorme serpente que estava se auto-comendo pelo rabo.
Ali ficaram ambos admirando aquele incrível espetáculo: lentamente a enorme serpente ia se auto devorando, diminuindo, cada vez mais, o círculo formado pelo seu corpo.
A noite chegou e apenas se vislumbrava o corpo da serpente como um pequeno círculo que ia lentamente se encolhendo.
Ao meio-dia seguinte um pequeno círculo restava.
– Assim, ela vai desaparecer totalmente, comentou o discípulo.
Tomando um gravetinho o Mestre fincou-o no chão, bem no meio do círculo.
– Agora não desaparecerá, disse.
Uma pétala caiu lentamente e cobriu todo o corpo da serpente.